que a privada espirra em você na hora da descarga.
As primeiras horas de Budapeste foram interessantes. Fomos ao Museu do Terror, que, depois de serem o QG dos nazistas na Hungria, virou o QG dos russos. Lá eles contam a história das duas ocupações, homenageiam as vítimas das ditaduras (e como morreu gente, viu?) e comemoram a liberdade recente. O último húngaro que tinha sido levado para a Rússia para trabalhos forçados só voltou para casa em 1991. A gente aqui encarando o Collor, e eles ainda se recuperando de um massacre.
Depois fomos a um pub com o povo do hostel. Eram três australianos, um inglês e um canadense, que foi o mais simpático, mas foi embora cedo porque tinha que ir para Belgrado. Os outros me aborreceram um pouco, então voltei para casa. É, Juliana, gente chata abunda em todos os lugares do mundo, sorry to disappoint.