faltou tempo. Em Londres, de repente são 10 da noite. Até aqui, às 5 a gente já estava voltando pra casa com frio e as ruas estavam desertas. Aqui nada para! É fantástico. Eu não consigo nem mandar os meus postais! Hoje consegui comprar selos. UFA.
Fomos ao Tate Modern e depois com a Mel à London Bridge, que é linda. Comemos num restaurante chinês e eu abusei, depois fomos na Prymarket, que é uma loja MUUUUITO barata. Abusei de novo.
Londres de fato é tudo isso que as pessoas falam. A língua que menos se ouve na rua é inglês. Tem muito mais chinês, português (do Brasil), espanhol, francês, árabe... e as pessoas não são muito simpáticas não. Mas aqui no hostel eu me surpreendi com a simpatia dos colegas de quarto e coisa e tal. Bem diferente dos outros lugares. Muitos europeus vêm pro hostel em Londres pra procurar emprego e depois apartamento. É bem engraçado para mim, que imaginava encontrar só outros mochileiros doidos.
A saudade é grande, mas estou aprendendo a me controlar. Abaixo um quadro que eu nem sabia que ficava no Tate e fiquei muito feliz de encontrar. Chama-se Portrait, do Roland Penrose.
